Publicidade

  HUMOR
Angeli vê a Era FHC em mais de 300 charges



Sites
Sexyclube

SPzine

Cama Redonda

Garotas da Van

Garotas do Outdoor

Colírio Brasil

 
Revistas
Sexy

Trip

UM

 
Fotos
Gostosas da hora

Chantili

Garotas do Outdoor

Spice

TV UOL Hot

 
Vídeos
TV UOL Hot

Sexyclube

Garotas da Van

Chantili

TV MIX

G Online

 
Cartum
Adão Iturrusgarai

Angeli

Caco Galhardo

Luzes da Cidade

 
Motéis

 
Notícias

 
Dúvidas

 
Salva-telas

 
Papéis de Parede

 
Cartões



Receba o Boletim
UOL Entretenimento


 Notícias
10/08/2005 - 11h50
Mercado pornô do Iraque resiste à ira dos religiosos

Por Michael Georgy

BAGDÁ (Reuters) - Abu Mustafa já recebeu ameaças de morte de militantes islâmicos, mas diz não ter alternativa para sobreviver em meio ao caos da Bagdá de hoje em dia. Esse vendedor de vídeos eróticos está entre os muitos comerciantes apanhados na encruzilhada do Iraque atual: livre da censura estatal de Saddam Hussein, mas acuado pelos valores religiosos.

"Estou assustado, mas o que posso fazer? Tentei vários outros empregos. Trabalhei numa fábrica, mas não dá para ganhar dinheiro no Iraque. Esta aqui é a única forma de manter meu filho", disse ele na quarta-feira.

"De jeito nenhum irei entrar para a polícia ou o Exército, porque os insurgentes estão matando muitos soldados a cada dia."

Mas vender pornografia também é um negócio especialmente arriscado no Iraque, que é governado desde janeiro por uma coalizão liderada por xiitas religiosos, o que leva alguns setores a preverem a criação de um regime islâmico, inspirado no Irã.

O papel do Islã no Estado é um dos temas mais polêmicos na Constituição que está sendo debatida neste mês, para desespero de grupos liberais e feministas. Enquanto isso, Abu Mustafa e outros se queixam do medo constante.

Ele acusa as Brigadas Badr, uma milícia xiita treinada no Irã, de atacar colegas seus e ameaçar outros.

"Eles atiraram no meu amigo Haider e depois o queimaram", contou Abu Mustafa -- um nome fictício que ele escolheu para evitar represálias. "Eles me mandaram ameaças de morte por escrito, em bilhetes que me mandavam parar de vender filmes de sexo."

Muhammad Al Turaifi, porta-voz das Brigadas Badr, negou que a milícia tente impor sua lei. "Não interferimos nessas questões pessoalmente. Usamos os procedimentos oficiais e levamos a questão à polícia. É absurdo insinuar que vamos lá bater nessa gente."

Após a queda de Saddam Hussein, lojas de vídeos pornográficos foram ostensivamente inauguradas no mercado de Bab Al Sharjee (portão oriental), em Bagdá, um local antes muito movimentado e hoje, segundo a população, dominado por gangues, ladrões, cafetões e informantes da guerrilha.

Os vendedores de pornografia não ousam mostrar o rosto. Discretamente, combinam por telefone a venda de vídeos norte-americanos, europeus e árabes, que escondem em caixas de DVDs ou de cartolina no banco de trás dos carros.

"As Brigadas Badr deixaram bilhetes nos nossos quiosques dizendo: 'Vamos matá-los e queimar suas lojas"', disse Ahmed Saad, 32, bacharel em Belas Artes e pai de dois filhos. "A polícia nos prendeu e exigiu dinheiro das nossas famílias para nos libertar."

O governo diz estar combatendo a corrupção policial. Na terça-feira, comerciantes de vídeos eróticos compareceram à cerimônia de 40. dia da morte de seu colega Amir, 21, assassinado em plena luz do dia quando voltava para casa.

Mas o comércio prosseguiu normalmente na quarta-feira no Bab Al Sharjee, onde Abu Mustafa diz ter 30 colegas no mesmo ramo, apesar dos riscos.

Ele vende cerca de 50 DVDs por dia, faturando cerca de dez dólares. Mas o produto só é oferecido a amigos ou clientes antigos.

"Os filmes eróticos do Líbano e de outros países árabes são os mais populares. Mas temos todo tipo de filme. Só temos de trabalhar secretamente."

(Por Mussab Khairalla e Taimour Talal)



Bate-papo
 
Sala
 


Amigos Virtuais
 
Procuro por
Homem   Mulher
 
Idade entre
- anos


CONHEÇA TAMBÉM
UOL GAY
 
Classiline Folha
 


Classificados Spice
Quem
 
 
Onde