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02/09/2004 - 15h11
Grandes empresas entram na rede do cine pornô americano

LOS ANGELES, 5 set (AFP) - Grandes corporações como Marriot e Time Warner obtêm lucros milionários com a indústria pornográfica, um producto que no passado era relegado a salas de cinema sujas nos bairros marginais.

"Assistimos atualmente a uma transformação da indústria pornográfica, que passou a ser uma boa fonte de rendimentos para para corporações gigantes e grandes companhias de entretenimento, encarregadas de distribuir seus produtos", disse à AFP Jack Kyser, economista-chefe da Corporação para o Desenvolvimento Econômico do condado de Los Angeles (LAEDC, sigla em inglês).

A demanda pelo cinema pornô cresceu tanto que grandes redes de hotéis, como Marriot, Hilton, Hyatt, Sheraton e Holiday Inn, canais de televisão a cabo, como TimeWarner e Cablevision, e operadoras de canais por satélite, como EchoStar e DirecTV, entre outros, sucumbiram à tentação de distribuir "o sexo 'X-rated' (proibido) na televisão", nos Estados Unidos e no resto do mundo.

Segundo dados extra-oficiais, os lucros da indústria ficam entre US$ 9 bilhões e US$ 13 bilhões anuais, ao que devem ser acrescentados os lucros destas empresas.

Porém, nenhuma destas grandes corporações está disposta a falar abertamente sobre o tema.

Segundo Dennis McAlpine, da McAlpine Associates, que analisa a indústria pornográfica há duas décadas, o lucro que o "sexo" proporciona às operadoras de televisão por satélite, como a DirecTV, pode chegar a US$ 500 milhões.

"Apesar de não divulgarem os números exatos dos lucros que obtêm com a pornografia, diria que é uma de suas principais fontes de renda. O pornô, ao lado de uma determinada programação, como os campeonatos de futebol americano, é o que dá mais dinheiro neste momento", disse McAlpine à AFP.

Os americanos gastaram US$ 465 milhões em 2001 com filmes "pay per view" em suas casas, e quase todo esse dinheiro vai para a AOL Time Warner, AT&T Broadband, afirma Eric Schlosser em seu livro "Refeer Madness: Sex, Drugs and Cheap Labor in the American Black Market".

Os filmes de cinema para adultos estão disponíveis em 1,5 milhão de quartos de hotéis americanos, que equivalem a 40% do total, segundo o programa "60 minutes" da rede CBS. Estes filmes representam 80% dos lucros gerados pelos "serviços de quarto", um percentual nada desprezível para as redes hoteleiras, acrescentou o mesmo programa.

Tim Connelly, da revista especializada AVN News, acredita que a invasão do "sexo" nas corporações e na indústria do entretenimento se deve a uma "maior abertura no comportamento sexual das pessoas".

"É difícil saber o que veio primeiro: o ovo ou a galinha", diz McAlpine, já que o sistema de distribuição através do cabo, satélite ou internet oferece "sexo" sem que as pessoas tenham que se levantar do sofá.

"As pessoas sempre tiveram interresse pela pornografia. A diferença é que agora podem assistir a estes filmes tranqüilas, em um quarto de hotel ou em suas casas, e não têm que se esconder para entrar em um obscuro cinema poeira", afirma.

Este "sistema de distribuição" também permite que as grandes empresas obtenham uma "grande fatia do bolo" sem ter que fazer o "trabalho sujo".

O epicentro da indústria pornográfica americana fica em Chatsworth, em San Fernando Valley (noroeste de Los Angeles), com 200 estúdios. Na região são produzidos 11 mil filmes anuais, que empregam 6 mil pessoas, sendo 1.200 atores. "Tudo isto mudou a forma de trabalhar dos estúdios e os transformou em grandes empresas", disse McAlpine.

"Os estúdios criaram sua marca e fizeram com que muitas estrelas pornô sejam tão famosas como as estrelas de Hollywood", destaca.

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